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A jornada digital do paciente

Os dias em que os médicos eram a única fonte de informação dos pacientes já se foram. Agora, um paciente pode encontrar informações ilimitadas na internet, disponíveis em todo o processo de atendimento. Isso torna ainda mais importante a compreensão digital da jornada de um paciente. Com isso em mente, a Kulzer analisou vários artigos científicos sobre as jornadas dos pacientes através da Internet e criou uma visão geral sobre um paciente exemplar . Vamos mudar de perspectiva e seguir Laura Martin!

  • Laura Martin está doente. Ela poderia perguntar a amigos e família, no entanto, seu laptop está mais ao seu alcance. Então, sua primeira opção é fazer uma pesquisa online. Ela procura por informações e possíveis explicações para os seus sintomas. Como a maioria dos pacientes, ela começa com o mecanismo de busca do Google.
  • Ela procura: O que eu tenho? Eu preciso tratamento? Ela pode também buscar ajuda nas redes sociais, onde ela pode consultar outras pessoas.
  • Laura encontra uma possível explicação por seus sintomas. Agora ela quer discutir sua condição com um especialista. Mas quem procurar? Ela utiliza os mecanismos de pesquisa para encontrar profissionais especializados e clínicas de atendimento.
  • Existem muitos especialistas localizados nas proximidades. É por isso que Laura visita sites onde outros pacientes compartilham e avaliam suas experiências com seus profissionais da área.
  • Laura agenda sua consulta online. De antemão, ela pesquisa quais perguntas ela pode fazer ao especialista.
  • Na sala de espera, ela retorna a pesquisar para relembrar o que encontrou.

 

  • A caminho de casa, Laura olha os achados radiográficos do exame realizado no consultório. Ela deseja saber: O que isso quer dizer? Será que vai haver mudança no meu estilo de vida? Como será o progresso da doença?
  • Laura fica com o pensamento fixo no diagnóstico. Ela lê todas as informações que encontra sobre o tratamento, suas consequências e suas alternativas.
  • O que seu convênio odontológico cobre? Laura pesquisa por todas as informações disponíveis sobre seu convênio.
  • Laura procura suporte online e tenta entrar em contato com outros pacientes e especialistas via redes sociais.
  • Para lidar com seu problema, Laura recorre a outros recursos, por exemplo vídeos ou aplicativos para exercícios fisioterápicos para distúrbios craniomandibulares.
  • DICA: Seu consultório tem WiFi grátis? Nesse caso, dê aos pacientes as informações de login e ajude-os a navegar em seu site. Lá você pode fornecer informações sobre os mais comuns diagnósticos. Você também pode recomendar sites confiáveis onde seus pacientes acharão informações seguras.
  • Mantenha-se atualizado. Crie a sua própria conta nas redes sociais e acompanhe as discussões na internet. Dessa forma, você estará mais preparado para os argumentos que seus pacientes podem apresentar durante as suas conversas.
  • Não hesite em fazer recomendações. Ao aconselhar seus pacientes, você pode protegê-los de ofertas duvidosas ou informações suspeitas.

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